Elevadores e Planos Inclinados em Salvador de Bahia
 
A antiga capital do Brasil durante 214 anos, hoje capital do Estado de Bahia, é construído em dois planos: A Cidade Alta com o centro histórico, as setores residenciais e o comercio se encontram no plano superior, a Cidade Baixa com os setores industriais, edifícios para escritórios e o porto no plano inferior. Em mais, se encontram os subúrbios no sul como Barra, perto al mar, com as praias juntos. 
 
O transporte das mercadorias do porto a Cidade Alta aconteceu desde o século XVII com a ajuda de guindastes gigantescos, usando alavancas com cabos. No inicio usando a gravitação, alguns foram eletrificados e continuavam até o início do século XX. O guindaste mais conhecido foi o Guindaste dos Padres, pois foi operado pelos Padres do convento dos Jesuítas. O Guindaste foi no lugar onde hoje  se encontra o plano inclinado Gonçalves.
 
Para ligar a Cidade Alta e Baixa se encontravam - ao lado dos bondes - já nos tempos velhos elevadores e planos inclinados. O mais conhecido é o Elevador Lacerda, desde o início dois elevadores hidráulicos com um teto Art Deco no terminal superior, um do lado do outro, no mesmo lugar de hoje, conhecido com "Conceição", da população chamado "Parafuso". A inauguração foi em 1873. Uma cabina funcionou com contrapeso da outra, elas operavam no mesmo tempo, um ascendo, o outro descendo. Na parte baixa os elevadores continuam dentro da rocha sob a Cidade Alta, e do terminal inferior um túnel de 23,5 metros sai para a Rua da Alfândega. Em 1896 o elevador foi designado "Elevador Antônio de Lacerda" (um operador de transportes), e em 1907 os elevadores foram eletrificados. Em 1930 mais dois elevadores com a torre característica no fim da passarela prolongada foram construídos. No mesmo ano os velhos elevadores foram completamente reconstruídos e modernisados. Com um total de 4 elevadores, o elevador Lacerda ligue o centro histórico com o Mercado Modelo, antigamente uma casa de alfândega e hoje um mercado do artesanato. A diferencia em altitude é de 73 Metros. O tempo do percurso é de 11 segundos, o que equivale  a uma velocidade média de 6,6 Metros por segundo. Quando construído originalmente, servia como modelo para o Elevador Santa Justa de Lisboa/Portugal que abriu em 1902.
 
Elevador Lacerda
 
Mais um elevador, o Elevador Taboão , menos especular, mais ao norte, abriu em 1865 e fechou em 1961. Hoje, o esqueleto ainda existe e serve para abrigar sem-tetos ao céu aberto. Segundo uma reportagem em um jornal local, o elevador será reconstruído.
  
Em mais, existiam ou ainda existam um total de três planos inclinados.
  
Mais ao sul se encontra o plano inclinado Gonçalves com uma história complicada que presenteamos em três períodos:
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Primeira período de 1874 até 1889
Todos os fontes locais mencionam um ano de abertura de 1874. É certo que em 1888 uma empresa Inglêsa sem experiência no setor dos funiculares recebia uma encomenda para um simples tipo de funicular,  os carros constando de uma plataforma plana que provavelmente em uma período ou outra transportava bondes a cavalo incluindo os cavalos. Mais tarde uma cabina fechada foi instalado, e depois só passageiros foram transportados. A linha foi chamada "Chariot". A linha, como pode ser acertado em um documento separado, foi um desastre e foi fechado depois de vários acidentes.
  
Segunda período de 1889 até 1931
Depois deste desastre Niklaus Riggenbach de Olten/Suiça e com uma experiência rotunda no setor de trens a cremalheira e funiculares com cremalheira recebeu uma encomenda para planificar uma linha nova, perfeita e segura que os seus associados a Esslingen, também com experiência rotunda nesse setor, deveriam produzir. O documento original, com uma carta de agradamento, pode ser encontrada em uma página separada com tradução. No mesmo ano 1889, a empresa alemã Maschinenfabrik Esslingen, perto de Stuttgart, fornecia um completo sistema funicular, incluindo trilhos, cremalheira, carros, propulsão a vapor e cabos. Os carros podem ser vistos no sitio Internet de Allen Morrison (ver abaixo) na cartão postal à esquerda. Foi um sistema convencional, e as autoridades locais construíram as estações com escadarias no parte exterior dos trilhos. Os trilhos foram paralelas. O nome original da linha foi Dona Isabel, um princesa real, mais como o Brasil entretempo foi uma república, o nome foi considerado com impróprio, e a linha recebeu o nome de um diretor da empresa. O cambio do nome não foi transmitido ao fabricante, e por isso foi chamada Isabel no livre do engenheiro Hefti (ver abaixo). A linha foi eletrificada em 1909, e carros novos foram introduzidos, do tipo Européia com compartimentos em degraus diferentes. Uma pequena fotografia se encontra no sitio Internet de Allen Morrison, é o carro na cartão postal a direito. Em mais, fotografias melhores com uma vista excelente da estação superior se encontram no sitio http://geocities.yahoo.com.br/spacio7/salvador-plano-01.htm . No mesmo tempo, a estação inferior foi reconstruída. 
 
Terceira período desde 1931 até hoje
Em 1931 mais uma reformação foi feita com novos carros do tipo plataforma da empresa Brill em Filadelfia/EUA, usando pólos de trole com linha elétrica. No mesmo tempo a inclinação da linha foi alterada para adaptar as plataformas nos estações aos novos carros, as escadarias das plataformas dos estações foram cobertos e plataformas planas foram introduzidos. Novos trilhos do gabarito estandarte - 1435 mm - foram instalados, e a cremalheira foi removida. Uma fotografia de 1975 mostra mais outros carros, sem troles e linha elétrica. Os cabos da sinalização se encontram em um canal entre os trilhos. A linha funciona ainda hoje e transporta quantidades altos de passageiros. 
 
Fotografias da propulsão et do carro na estação em cima se encontram em http://www.pms.ba.gov.br/noticias.php?codNot=3267 e http://www.correiodabahia.com.br/2006/04/08/noticia.asp?link=not000131580.xml
 
Os dados técnicos, um resume do livre do engenheiro Hefti (que erroneamente acreditou que Isabel e Gonçalves foram dois linhas diferentes), se encontram abaixo.
 
Gonçalves, estação superior
Gonçalves, vista para em cima

Mais ao norte se encontra o plano inclinado Pilar (dados ver abaixo). A linha foi eletrificada em 1912 ou 1915 da empresa Otis e recebeu carros novos da empresa Brill que podem ser vistas no sitio Internet de Allen Morrison, ao lado de um bilhete. Os carros tinham um chão ajustavel que segui a inclinação. Segunda informações da empresa Brill, a inclinação da linha era de 83%. No mesmo tempo a cremalheira foi removida. A linha fechou nos anos setenta, com protestas locais, mas durante muito tempo depois as estações e carros podem ser vistos abaixo da estação superior. Os carros foram inabitados por desabrigados . Recentemente (Outubro de 2005) foram anunciados desenhos para reconstruir a linha. Os desenhos foram realizados, e a linha foi completamente refeita e reparada. Carros novos com capacidade para 20 passageiros, ou 1500 kg,  foram construídos no lugar, e a  linha foi inaugurado no dia 29 de março de 2006, o 457° aniversario da cidade de Salvador, com uma grande festa. Fotografias da reconstrução se encontram em http://www.salvador.ba.gov.br/noticias.php?codNot=2271. Uma fotografia depois da abertura se encontra em  http://www.pelourinhovirtual.com.br/principal.htm . Mais fotografias se encontram no novo sitio de Allen Morrison http://www.tramz.com/br/sv/p/p.html
 
De equipamento novo, o controle eletrônico deve ser mencionado que a empresa TecmonteElevadores do Rio de Janeiro testou no Rio de Janeiro e instalou em Salvador. Na estação baixa um elevador par deficientes é previsto, mas só será entregue no meio de abril. Em mais, são instalados banheiros ali. De grande importância foi considerado o uso das cores originais para os prédios. Mesmo com controle automático, cada carro tem um operador que abre e fecha as portas e fiscalize a operação. O preço do viagem é de R$-.10, e a linha será operada todos os dias de 7h á 19h. O custo total da reforma foi de R$2 milhões. Antes da fechadura em 1984 foram transportados 3000 passageiros por dia.
 

Pilar, estação superior
Pilar, vista para em baixa
 
Pilar, placa comemorativa da reconstrução
Pilar, estação superior reconstruído

A linha mais ao norte é o plano inclinado Liberdade, uma linha moderna com rodas de pneu sob dois trilhos paralelos construídos em concreto que abriu em 1981, e que ligue o distrito Liberdade (em cima) ao distrito Calçada abaixo. A estação inferior é perto do terminal Calçada do trem de subúrbio para Paripe. A causa de problemas técnicas, a linha  foi fora de serviço por muito tempo, mas depois voltou a funcionar. 
 

Liberdade, vista completa
Liberdade, estação inferior
 
Liberdade, vista para em cima
 
Plano Inclinado Barra, vista em direção de Barra (Coll. Allen Morrison)

Em mais às linhas bem conhecidas existem informações de mais uma linha, a qual fechava ha muito tempo. Informações são devidos ao famoso cronista Americano do transporte urbano elétrico em América Latina e autor de muitos livros sobre o tema, Allen Morrison. Morrison menciona no seu sitio Internet uma linha chamada Barra, um subúrbio no qual a linha funcionava. A fotografia em cima mostra uma linha artesanal construída no Pais que primeiro desce e depois continua horizontalmente até uma estação terminal. 

Em 1873 uma linha de bonde a burro abriu desde o Largo Vitória até Barra. A linha funicular era situada no distrito de Graça, na interseção da Ladeira de Graça (na velha mapa abaixa a esquerda), hoje: avenida Princesa Leopoldina e a Ladeira de Barra (na mapa atual, a direita), hoje: Avenida Princesa Isabel, na direção de Barra. A extensão foi de 124 Metros. Para superar a inclinação, íngreme demais para bondes à burro, foi construído esta linha funicular. A linha servia para abrir o subúrbio atual de Barra, nos tempos uma plana vazia. O cambio do bonde ao carro funicular e depois de volta a outro bonde foi desagradável para os passageiros, mesmo depois de alterações a linha funicular. A linha de bonde até Barra foi eletrificada em 1906. Depois, a linha funicular não mais foi necessário. A informação foi tirada do livro "Sampaio, 50 anos de urbanização, pp. 195-196". 
 

Mapa da situação da linha Barra. A esquerda, a mapa velha, a direita a mapa atual. Coll Allen Morrison

Os dados históricos e técnicos se encontram no sitio Internet de Allen Morrison (ver enlace abaixo), e no livro mencionado em cima do engenheiro Walter Hefti, Schienenseilbahnen in aller Welt (planos inclinados e funiculares no mondo enteiro) que foi produzido em 1975 da editora Birkhäuser de Basiléia, Suíça, e fora de impressão. Para os residentes em Suíça, pode ser emprestado da ETH, universidade técnica federal em Zurique. O livro é a bíblia dos funicofilos (todos que são interessados em funiculares), mais nunca foi corrigido e contenha muitos errores.

Registro 237.01 no livro de Hefti (esta é a linha Gonçalves antes da modernização em 1931)
Isabel : Construído em 1889, Maschinenfabrik Esslingen, cremalheira do tipo Riggenbach, dois trilhos paralelos. 
Bitola 1 Metro, extensão 111 Metros, diferencia de altitude 65 Metros, inclinação máxima 64%, movido a vapor

Registro 237.05 no livro de Hefti (esta é a mesma linha depois da modernização em 1931)
Gonçalves : Reconstruído em 1931, Otis, bitola 1,45 Metros, dois trilhos, extensão 113 Metros, diferença de 
altitude 57 Metros, inclinação máxima 57,7%, velocidade 1.02 Metros/Segundo. Propulsão elétrica Ward-Leonard, corrente contínua, prestação 2x65 H.P. a 400 rotações por minuta. Carros com 2 eixos, 12 assentos, 24 a pé, total de 36 passageiros. Extensão dos carros 5,5 Metros, distancia entre eixos 3 Metros, peso vazio 4,5 tons, peso bruto 5,5 tons. 

Na reconstrução em 1931 a inclinação cambiou para adaptar as plataformas das estações ao piso dos carros novos, e novos trilos da bitola estandarte das estradas de ferro foram instalados, e a cremalheira foi removida.

Registro 237.02 no livro de Hefti
Pilar : Construído em 1897, Maschinenfabrik Esslingen, cremalheira tipo Riggenbach, dois trilhos paralelos.
Bitola 1 metro, extensão 73 Metros, diferencia de altitude 46 Metros, inclinação máxima 78%.
Velocidade 0,51 Metros/Segundo, propulsão a vapor, carros com 2 eixos, 12 assentos, 2 a pé, total 14 passageiros.
Extensão do carro 5,5 Metros, distancia entro eixos 4 metros, peso vazio 4.5 tons, peso bruto 5,5 tons.
Reconstruído em 1915 por Otis. Propulsão elétrica, corrente contínua 550 Volta, prestação 40 H.P. a 650 rotações por minuta. 

A cremalheira foi removida durante  a reconstrução.

Liberdade : Construído em 1981, tempo de percurso 1,67 Minutas, total de 36 passageiros. Não são conhecidos mais informações

Fotografias adicionais e uma mapa das linhas se encontram no sitio Internet de Allen Morrison http://www.tramz.com/br/sv/f/f.html
 

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